Sábado, Julho 25, 2009

Festas Populares - De volta a sardinha assada em Portimão...

Festival da Sardinha 09

De 7 a 16 de Agosto, o Festival da Sardinha volta a conquistar a zona ribeirinha de Portimão.

O Festival da Sardinha é desde à vários anos um evento de referência por toda a região do Algarve, conquistando o apetite dos naturais do distrito, quer como dos visitantes, que por essa data são em grande número.

O programa de concertos e espectáculos foi já divulgado, neste que é, um dos maiores eventos gastronómicos do Algarve e que nesta edição está incluído no Allgarve Gourmet.

A não perder!

07 de Agosto - Paulo Gonzo
08 de Agosto - José Cid
09 de Agosto - Amália Hoje
10 de Agosto - Xutos e Pontapés
11 de Agosto - Platinum Abba
12 de Agosto - Carlos do Carmo
13 de Agosto - Deolinda
14 de Agosto - Jorge Palma
15 de Agosto - Zeca Baleiro
16 de Agosto - Tito Paris

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Domingo, Julho 05, 2009

TIGRE DE AMUR


Tigres de Amur no limiar genético da extinção





O maior felino do mundo, o tigre de Amur, está reduzido a uma população selvagem com um efectivo de menos de 35 indivíduos, revelou um estudo agora conhecido.

Apesar de existirem cerca de 500 destes tigres vivos na natureza, a população efectiva é uma medida da sua diversidade genética, que, por sua vez, é um bom indicador das probabilidades de sobrevivência do tigre de Amur.

Os resultados surgem após o mais completo estudo genético de tigres de Amur, a subespécie de tigre mais rara, selvagens alguma vez feito. No início do século XX existiam nove subespécies de tigre, com uma população total a nível mundial de mais de 100 mil indivíduos.

O impacto humano causou, desde então, a extinção de três dessas subespécies, os tigres de Java, Bali e do Cáspio, o número global de tigres caiu para menos de 3 mil.

O tigre de Amur, também conhecido por tigre da Sibéria, é a maior subespécie e em tempos viveu através do norte da China, península coreana e regiões mais a sul do leste da Rússia. Pesquisas recente revelaram que o tigre de Amur deve ter derivado do tigre do Cáspio.

Durante o início do século XX o tigre de Amur foi quase conduzido à extinção com a expansão da colonização humana, perda de habitat e caça furtiva, que dizimaram o maior felino em 90% do seu antigo território. Por volta da década de 40 do século passado restavam 20 a 30 indivíduos na natureza.

Desde então, uma proibição da caça e um esforço conservacionista notável ajudaram a uma lenta recuperação do tigre de Amur. Actualmente estima-se que cerca de 500 animais sobrevivam na natureza e outros 421 são mantidos em cativeiro.

No entanto, a saúde genética do tigre não melhorou, revela uma nova análise publicada agora na última edição da revista Molecular Ecology.

Michael Russello e Philippe Henry, da Universidade da Colúmbia Britânica em Kelowna, Canadá, lideraram uma equipa de investigadores de universidades canadianas, japonesas e americanas que analisou os perfis genéticos dos tigres de Amur que restam.

Obtiveram amostras de DNA nuclear dos cerca de 95 indivíduos que se encontram nas diversas zonas do habitat da espécie, o que constitui 20% da população sobrevivente. O estudo amostrou a quantidade de variação no DNA de mais tigres do que alguma vez tinha sido feito.

"Apesar do censo da dimensão da população de tigres de Amur revelar perto de 500 indivíduos, a população está a comportar-se como se tivesse 27 a 35 animais", diz Russello. Essa é a menor diversidade genética alguma vez registada para uma população de tigres selvagens.

A população efectiva de qualquer grupo de animais é sempre inferior ao número real que realmente existe, devido a factores como animais que não se reproduzem ou um desequilíbrio na razão dos sexos. "No entanto, o que é espantoso no caso do tigre de Amur é quão inferior a população efectiva é em relação ao censo", diz Russello.

Outra descoberta importante a emergir deste estudo é que os tigres de Amur que restam estão segregados em duas populações que raramente se misturam. A maioria dos animais vive nas encostas das montanhas russas Sikhote-Alin e menos de 20 animais vivem separadamente no sudoeste de Primorye também na Rússia.

Os dois grupos estão separados por um corredor de desenvolvimento humano entre Vladivostok e Ussurisk, e a análise genética mostrou que apenas três tigres devem ter conseguido ultrapassar essa barreira, reduzindo a dimensão da população efectiva selvagem ainda mais.

"Há muito pouca partilha de genes através do corredor de desenvolvimento, o que sugere que estas duas populações são bastantes discretas", explica Russello. "Na realidade, parece que os tigres de Amur residem em duas populações relativamente independentes dos dois lados do corredor de desenvolvimento entre Vladivostok e Ussurisk, reduzindo ainda mais a dimensão da população efectiva de cada uma para 26 a 28 nas Sikhote-Alin e 2,8 a 11 para o sudoeste de Primorye."

Isso significa que são necessários mais trabalhos para abrir esta barreira que está a separar os tigres. Se isso não acontecer, é provável que a população do sudoeste de Primorye continue a diminuir, matando à nascença o projecto de reintroduzir tigres de Amur na China, pois esses animais são os mais próximos do antigo habitat chinês.

Mas nem tudo é negro para o tigre de Amur.

A equipa de Russello e Henry também analisou o DNA nuclear e mitocondrial de 20 tigres cativos em busca de características genéticas únicas desde então perdidas pelos tigres selvagens.

"Existem variações genéticas em cativeiro que já desapareceram na natureza", diz Russello, o que sugere que o programa de reprodução em cativeiro tem feito um bom trabalho na preservação da diversidade genética da subespécie.

"Agora que se sabe que indivíduos apresentam quais variações genéticas, os gestores do programa pode cruzá-los selectivamente de forma a ajudar a preservar essas variações únicas e raras", diz Russello. "A implicação desse facto é que estas variações podem ser reintroduzidas na população selvagem algures no futuro se a colocação de animais na natureza for considerada segura."





Saber mais:

In situ population structure and ex situ representation of the endangered Amur tiger - Molecular Ecology

Tigre de Amur - estatuto na Lista Vermelha IUCN

Mercado negro de tigres associado a templo tailandês

Tigres mantidos em cativeiro podem salvar a espécie

Será este o fim da fábula do tigre chinês?


VISITAR: simbiotica.org

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Terça-feira, Março 10, 2009

NUR Nietzsche!

A Mentira


Porque é que, na maior parte das vezes, os homens na vida quotidiana dizem a verdade? Certamente, não porque um deus proibiu mentir. Mas sim, em primeiro lugar, porque é mais cómodo, pois a mentira exige invenção, dissimulação e memória. Por isso Swift diz: «Quem conta uma mentira raramente se apercebe do pesado fardo que toma sobre si; é que, para manter uma mentira, tem de inventar outras vinte». Em seguida, porque, em circunstâncias simples, é vantajoso dizer directamente: quero isto, fiz aquilo, e outras coisas parecidas; portanto, porque a via da obrigação e da autoridade é mais segura que a do ardil. Se uma criança, porém, tiver sido educada em circunstâncias domésticas complicadas, então maneja a mentira com a mesma naturalidade e diz, involuntariamente, sempre aquilo que corresponde ao seu interesse; um sentido da verdade, uma repugnância ante a mentira em si, são-lhe completamente estranhos e inacessíveis, e, portanto, ela mente com toda a inocência.


Friedrich Nietzsche, in 'Humano, Demasiado Humano'

Sábado, Fevereiro 28, 2009

QUANDO UM LIDER SE TORNA NUMA MENTIRA

DESILUSÃO E TRISTEZA
À minha volta, reprovava-se a mentira, mas fugia-se cuidadosamente da verdade (Beauvoir , Simone de)
Um tolo encontra sempre outro ainda mais tolo que o admira (Boileau, Nicolas)
Nenhuma mentira chega a envelhecer no tempo ( Sófocles)
As mentiras mais cruéis são frequentemente ditas em silêncio (Stevenson , Robert)

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Quarta-feira, Outubro 22, 2008

Deixem de construir bairros sociais para albergar e sustentar marginais e dêem infraestruturas para a Produção Nacional.

Pecuária: Falta de matadouro obriga a abates no montijo e causa prejuízos

Produtores desesperam

O Algarve não tem um matadouro há 15 meses – o que havia foi fechado por ordem da ASAE – e os proprietários das unidades pecuárias existentes na região são obrigados a proceder aos abates no Montijo, a cerca de 300 quilómetros de distância.

"Somos confrontados com dificuldades que estão a arrasar o sector e a levar o desespero aos produtores", refere António Figueiras, presidente da Associação de Criadores de Gado do Algarve.

Os custos dispararam. "Quase todos os dias ouço falar em explorações que já fecharam [mais de vinte] ou que estão à beira do encerramento. E só não acontecem mais casos porque muitos produtores são idosos e não dispõem de condições para mudar de vida."

António Figueiras diz que as reuniões mantidas com responsáveis pelosectoreautarcas se "revelaram inconclusivas e não sabemos quando voltará o Algarve a ter um matadouro." Um novo encontro, com alguns presidentes de Câmara, está previsto para 29 de Outubro.

Face a um quadro de crescentes dificuldades, "são os intermediários que lucram. Compram junto dos produtores animais, produtos que valeriam quase o dobro se houvesse um matadouro próximo". Ainda assim, no Montijo as condições "sempre são melhores" do que em Beja, cidade mais próxima.

PORMENORES

ASSOCIATIVISMO

A AMAL fez um estudo e concluiu que deve existir pelo menos um matadouro no Algarve, mas Macário Correia sustenta que a iniciativa "deve partir do sector privado."

GESTÃO

O presidente da Câmara de Tavira diz que as autarquias "não estão vocacionadas para gerir matadouros", mas não quer "um modelo de gestão como o que foi aplicado e traduzido na falência".

QUALIDADE

António Figueiras diz que "a carne boa do Algarve é levada para fora e a que cá chega não tem a mesma qualidade."

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Segunda-feira, Outubro 20, 2008

Vergonhoso!

Isabel Soares ilibada da acusação de abuso de poder


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A presidente da câmara de Silves, Isabel Soares, venceu o recurso apresentado ao Tribunal da Relação de Évora no “Caso Sociedade de Instrução e Recreio de São Marcos da Serra e Associação Terras de Santa Maria”, tendo sido confirmada, por este tribunal, a decisão de não pronunciar a autarca pelo crime de abuso de poder.

O Tribunal da Relação considerou que a presidente da câmara “agiu na defesa dos interesses legítimos do município e que a sua acção teve como preocupação o interesse público e o benefício da população de São Marcos da Serra”. (Mais desenvolvimento na edição em papel 2671)

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Sábado, Outubro 04, 2008

A Forca!


A Inquisição e a Idade Média voltam aos Nossos dias...